As batidas do coração seguiam o mesmo ritmo da contagem regressiva. Era o que ela denominava de "mini-infarto de fim de ano". Uma sensação parecida com aquela mistura de aspirina com coca-cola que uma vez havia ingerido antes da entrega dos trabalhos finais da pós e do planejamento do trabalho.
No dez, ela olhou para o céu. No nove, os primeiros fogos de artifício coloriam a bonita noite estrelada. No oito, observou o sorriso estampado nos rostos dos familiares que estavam a sua volta. No sete, acompanhava as mãos que já se preparavam para o brinde. No seis, alguém a chamou. No cinco, ela se espantou. No quatro, um velho amigo veio a seu encontro. No três, se abraçaram. No dois, comemoraram o reencontro. No um se perderam na multidão que se movia extasiada pelas ruas, congratulando o ano que chegara.
Tudo bem, pensou. O mundo era menor do que os livros de Geografia tanto mensuravam. Quem sabe em um próximo ano, não é mesmo? E lá foi ela - se juntar à multidão - para aproveitar os primeiros minutos de 2009.
Feliz Ano Novo!, brindava.
domingo, 28 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Com cada passo número 36
Passada as comemorações sociais de fim de ano, (aquelas que geralmente são realizadas antes das pessoas - as quais não são seus parentes e familiares - saírem em férias), ela decidiu começar uma lista do que deveria fazer em 2009.
O papel parecia pequeno para tantas ações. Mas a cabeça ainda permanecia vazia. Afinal, foram "tantas emoções" vividas em dois anos. Mudanças repentinas, amores que ficaram, saudades que permaneceram, viagens malucas, festas estranhas com gente esquisita e histórias, quantas histórias. Mas o momento era de futuro e não nostalgia, pensou. Era hora de colocar os pensamentos aéreos no chão.
Então, ela se lembrou daquele dia em que a chuva atingia fortemente a rua em que morava. Já era hora de ir ao trabalho e nada daquilo parar. O apartamento ficava no alto de um morro e o ponto de ônibus tão lá embaixo. Ó, céus, pensava aflita. Garanto que nunca ninguém tinha tomado banho de cachoeira antes de ir ao trabalho. Mas ela sim. Fechou o guarda-chuva e decidiu aproveitar o momento. Mas ela confessava de que naquele momento havia saciado um pouco da raiva. Porém, ria. Afinal, não tinha nada a fazer. Ah, Floripa. A ERVilha da Magia!
As viagens malucas - que nunca pareciam chegar ao fim - entre as duas capitais. Oito horas por fim de semana. Mais de 700 km rodados. Haja fôlego. Haja criatividade. Quanta gente que conheceu, que te contaram a vida inteira naquelas viagens e que nunca mais viu. Quantos risos trocados, quanto silêncio observado, quantas palavras ouvidas.
As mudanças. Quanta inconstância. Ia sem medo, de ser feliz. Curtiu a cada caixa fechada e despedida feita.
Quer saber? Naquele instante ela teve uma idéia e foi então que escreveu no papel:
Colou o papel em seu mural. Olhou para o espelho. Calçou os sapatinhos - número 36. Conferiu o visual e foi caminhar para aproveitar o fim de tarde de sol.
O papel parecia pequeno para tantas ações. Mas a cabeça ainda permanecia vazia. Afinal, foram "tantas emoções" vividas em dois anos. Mudanças repentinas, amores que ficaram, saudades que permaneceram, viagens malucas, festas estranhas com gente esquisita e histórias, quantas histórias. Mas o momento era de futuro e não nostalgia, pensou. Era hora de colocar os pensamentos aéreos no chão.
Então, ela se lembrou daquele dia em que a chuva atingia fortemente a rua em que morava. Já era hora de ir ao trabalho e nada daquilo parar. O apartamento ficava no alto de um morro e o ponto de ônibus tão lá embaixo. Ó, céus, pensava aflita. Garanto que nunca ninguém tinha tomado banho de cachoeira antes de ir ao trabalho. Mas ela sim. Fechou o guarda-chuva e decidiu aproveitar o momento. Mas ela confessava de que naquele momento havia saciado um pouco da raiva. Porém, ria. Afinal, não tinha nada a fazer. Ah, Floripa. A ERVilha da Magia!
As viagens malucas - que nunca pareciam chegar ao fim - entre as duas capitais. Oito horas por fim de semana. Mais de 700 km rodados. Haja fôlego. Haja criatividade. Quanta gente que conheceu, que te contaram a vida inteira naquelas viagens e que nunca mais viu. Quantos risos trocados, quanto silêncio observado, quantas palavras ouvidas.
As mudanças. Quanta inconstância. Ia sem medo, de ser feliz. Curtiu a cada caixa fechada e despedida feita.
Quer saber? Naquele instante ela teve uma idéia e foi então que escreveu no papel:
"Em 2009 : Se joga, criatura".
Colou o papel em seu mural. Olhou para o espelho. Calçou os sapatinhos - número 36. Conferiu o visual e foi caminhar para aproveitar o fim de tarde de sol.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Amigo oculto, oculto amigo
O clima de Natal tomava conta do ambiente de trabalho. Os colegas se mostravam eufóricos. Mesmo com planos diferentes todos tinham algo em comum: a ansiedade em sortear os bilhetes. Sim. Aquele seria o grande dia. Talvez a data - do ano todo - mais aguardada para alguns. Era o momento de fazer o sorteio do "amigo secreto". As mãos dela suavam. Estava ansiosa. A curiosidade era o alimento para a alma. Não era a toa que estava naquela profissão. Enfim, o sorteio. Todos olhavam a reação de cada um. Ufa! Então. O dilema estava no começo. Socorro. Com o que presentear? Pensou. Andou pelas lojas. Pediu opinião. Ficou sem dormir. Mandou bilhetes. Não obteve retorno. Ai que agonia, lamentava. Depois de muito correr, decidiu por um vale salto de pára-quedas. Original. Perspicaz. Atrevido. Ria de si. Eis o dia da revelação. Foi então que naquele dia, ela descobrira que seu amigo secreto tinha medo de altura. Apesar de ter ficado sem-graça, não titubeou. Na hora, olhou e trocou aquele vale CD que acabara de receber pelo "pura adrenalina" que tinha dado. Saiu contente da confraternização. Afinal, nunca ganhara um presente que fosse tão a sua cara.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Focinho de porco não é tomada
O dia estava lindo. Depois da tempestade, as coisas finalmente se ajeitavam. As folgas tinham sido compensadoras e o céu estava mais lindo do que nunca. Nem calor, nem frio. Ameno. Deve ser porque uma massa fria e seca estava sobre o Estado. Pense: até arco-íris ao redor do sol havia; o fênonemo se chama Halo. Veja só... 
Ok. ok. Mas algo a incomodava. O computador sequer dava sinal de vida. Nem uma piscadinha na CPU. Tentou de tudo. Controlava o nervosismo. Afinal, as pautas corriam - mais devagar que o tempo - ai, socorro, pensava. Ligou para um técnico em informática. Depois de cinco minutos - de dizeres difíceis e códigos que, se duvidar, nem ele entendia - ele solta a pergunta: Você tem certeza que há energia?
Ela pensou, respirou e "Sim. Tanto é que a luz do monitor acende e do teclado também", disse. O técnico - duvidando da integridade neurológica da pessoa que estava do outro lado da linha - perguntou novamente, de maneira diferente: Atrás do CPU tem um fio. Aquilo é tomada. Este fio está ligado em uma fonte de energia? Nessa hora, dava pra ver nos olhos da garota, 414 tipos de dor de barriga de raiva. Mas, sem descer do salto, ela disse: Sim. (respirou). Obrigada, mas já verifiquei. Acredito que este não seja o problema. "Então, não sei o que é", disse o técnico em informática.
Desligou o telefone. O riso na redação contaminou a 'geral'. Era só o que me faltava, olhava para os colegas e sorria.
Depois disso, tirou uma lição: vai parar de trabalhar e começar a ganhar dinheiro. Um dia talvez largue o jornalismo e vire "técnica em informática".
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Aos do signo de Leão
Ela chegou em casa. Estava atrasada. O relógio já marcavam 18h45. O evento começava 19h30. Respirou aliviada. Afinal, dava tempo de dar uma ajeitada básica no visu trabalho/calor/sono. Mesmo assim, sabendo de sua "agilidade" resolveu tomar um banho, lavar o cabelo. Tropeçou na porta do box. A unha - que estava lascada ao meio, por um tropeção no dia anterior - terminou de cair. O sangue cobria o dedo e o choro veio de maneira inevitável. Encarou o chuveiro frio. Talvez parasse de latejar o dedo, pensou. Ledo engano. Começou a arder. Mesmo assim, agüentou. Parecia interminável. Ufa. Acabou. Era hora de dar um jeito na juba. Pegou o secador, não funcionava. Trocou de tomada. Balançou o artefato. Parafusos se mexiam dentro do secador. Sim, estava quebrado. Partiu para outra. Nada como a moda do cabelo moderno/bagunçado. Enfim, a maquiagem. A base, o pó, a sombra, o lápis... Cadê o lápis? E o rímel? Os duendes levaram. Só podia ser sacanagem, resmungou. Se não bastasse, olhou para o joelho direito e viu que tinha um hematoma enorme. Sim, Teria de usar meia-calça, naquele calor. Tudo bem. Saiu em disparada. Encontrou a vizinha. Vamos de carona? Passou na farmácia. Comprou o lápis, naquele instante ela suava muito. Mesmo assim, ria. Fazer o quê?, questionava. Chegou no evento e um lindo desconhecido a olhou e disse: "Nossa, com essa eu casava agora". Ela ganhou o dia, porque, até o momento nada tinha sido fácil. E, enfim, tudo pareceu mais bonito, a partir de então. O horóscopo escrito no jornal, finalmente, tinha acertado algo para o dia. Ah, o signo de Leão...
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Ela voltou a respirar
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Acredite se quiser...
Terrível, eu sei. Mas depois de um pedido tão 'especial', por uma pessoa que eu nem sabia que lia o blog... aí vai! hahahaha. Em homenagem ao jeito...jeito de ser... Kkkk.
UM DIA QUALQUER. MEIA-NOITE. MESSENGER.
FULANA:
já pensou que desespero...
FULANA:
vc está em casa...assistindo Faustão (que já não é tão grandes coisas)
FULANA:
de repente... começa a entrar água na sala...aí vc pensa
FULANA:
puta merda, a Maria esqueceu a torneira aberta de novo
FULANA:
aí vem o Faustão entrevistando o Massa...
FULANA:
e vc pensa...ai que vida mais sem fim...huahuaihau...
CICLANO:
hauiahaiuhaiuhauihuiahaia
FULANA:
e de repente vc levanta e tem água no pescoço
FULANA:
DESESPERADOR!!
FULANA:
hauihauiahuihuiahauihuaihuaihaiuha
CICLANO:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
FULANA:
é verdadeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
FULANA:
hiuhuihuihuihuihuihui
FULANA:
foi mais ou menos assim
FULANA:
no fim..sua casa está no chão, mas a tv ainda funciona... e só pega a globo...é tipo barata sem cabeça...dura até sete dias viva
FULANA:
e do nada... qdo sua casa tá no chão, sua família tá desaparecida, vem a vinheta.. "É fantástico"
FULANA:
globo...ruim com ela... pior sem ela
FULANA:
ahuiauiahuiahuiahuiahuiahaihaiuhuia
FULANA:
bom...pelo menos vc tem luz... :P
CICLANO:
hauiahauihauiahauihauiahaiuhauihaiuhaia
CICLANO:
Põe isso no blog!
CICLANO:
falando em globo, olha q loucura louca...antes eu fui na lavanderia, olhei pela janela e vi a lua lindaaaa com duas estrelas brilhantes em volta....ate chamei meu pai e minha mãe pra ver...pq nem parecia de verdade...e agora da no jornal da globo q foi um fenomeno raro...pq jupter e sei la qual planeta se aproximaram da lua (as 2 estrelas eram os planetas) e isso só vai acontecer d novo em 2050
FULANA:
hauihauiahuauiahuiahua
FULANA:
tá brincandoooooooooooooooooooooooooo!!!!
FULANA:
que merda..e eu menosprezei qdo a PESSOA falou: fulaninhaaa, vamos procurar a lua
CICLANO:
haiuahiuhaiuahauihauhuia
FULANA:
e eu falei...olha minha filha, qlquer das coisas... não siga a luz
FULANA:
peraí q eu vou acordar ela pra gente ir lá fora
FULANA:
ahuiahuiahuiahuiahuaih
FULANA:
segura o tchã
CICLANO:
lkkkkkkkkkkkkkkk
FULANA:
ela tá tomando banho..droga..hauihauihauauia
FULANA:
mas falei que assim q ela sair eu vou contar uma revoluçã
FULANA:
há tempos ela não tinha razão...hauihauihauiahuiahuia
FULANA:
e eu detesto reconhecer isso
FIM.
UM DIA QUALQUER. MEIA-NOITE. MESSENGER.
FULANA:
já pensou que desespero...
FULANA:
vc está em casa...assistindo Faustão (que já não é tão grandes coisas)
FULANA:
de repente... começa a entrar água na sala...aí vc pensa
FULANA:
puta merda, a Maria esqueceu a torneira aberta de novo
FULANA:
aí vem o Faustão entrevistando o Massa...
FULANA:
e vc pensa...ai que vida mais sem fim...huahuaihau...
CICLANO:
hauiahaiuhaiuhauihuiahaia
FULANA:
e de repente vc levanta e tem água no pescoço
FULANA:
DESESPERADOR!!
FULANA:
hauihauiahuihuiahauihuaihuaihaiuha
CICLANO:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
FULANA:
é verdadeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
FULANA:
hiuhuihuihuihuihuihui
FULANA:
foi mais ou menos assim
FULANA:
no fim..sua casa está no chão, mas a tv ainda funciona... e só pega a globo...é tipo barata sem cabeça...dura até sete dias viva
FULANA:
e do nada... qdo sua casa tá no chão, sua família tá desaparecida, vem a vinheta.. "É fantástico"
FULANA:
globo...ruim com ela... pior sem ela
FULANA:
ahuiauiahuiahuiahuiahuiahaihaiuhuia
FULANA:
bom...pelo menos vc tem luz... :P
CICLANO:
hauiahauihauiahauihauiahaiuhauihaiuhaia
CICLANO:
Põe isso no blog!
CICLANO:
falando em globo, olha q loucura louca...antes eu fui na lavanderia, olhei pela janela e vi a lua lindaaaa com duas estrelas brilhantes em volta....ate chamei meu pai e minha mãe pra ver...pq nem parecia de verdade...e agora da no jornal da globo q foi um fenomeno raro...pq jupter e sei la qual planeta se aproximaram da lua (as 2 estrelas eram os planetas) e isso só vai acontecer d novo em 2050
FULANA:
hauihauiahuauiahuiahua
FULANA:
tá brincandoooooooooooooooooooooooooo!!!!
FULANA:
que merda..e eu menosprezei qdo a PESSOA falou: fulaninhaaa, vamos procurar a lua
CICLANO:
haiuahiuhaiuahauihauhuia
FULANA:
e eu falei...olha minha filha, qlquer das coisas... não siga a luz
FULANA:
peraí q eu vou acordar ela pra gente ir lá fora
FULANA:
ahuiahuiahuiahuiahuaih
FULANA:
segura o tchã
CICLANO:
lkkkkkkkkkkkkkkk
FULANA:
ela tá tomando banho..droga..hauihauihauauia
FULANA:
mas falei que assim q ela sair eu vou contar uma revoluçã
FULANA:
há tempos ela não tinha razão...hauihauihauiahuiahuia
FULANA:
e eu detesto reconhecer isso
FIM.
domingo, 23 de novembro de 2008
Sistematicamente cronometrado
Nada mais intrigante do que aquele barulho de tic-tac, do relógio da sala, que sequer nunca tinha sido ouvido. Sim. Ela estava entediada. Era sábado, quase domingo. A cidade estava calada, as casas faziam silêncio. Menos o relógio. No tic, ela pensava nas coisas que tinha feito ontem. No tac, vinham à tona, as mudanças. Sabe, daquelas de dois meses. No tic, o medo do que estava por vir. No tac, a coragem para encarar o novo. No tic, o pensamento foi interrompido porque o cachorro começou a latir. No tac, o coração bateu forte. No tic, deu uma espiada pela janela. No tac, não viu ninguém. No tic, resolveu tomar um banho. No tac, se maquiar. No tic, escolheu a roupa. No tac, colocou salto alto. No tic, os brincos. No tac, passou perfume. No tic, começou a chover. No tac, pegou o guarda-chuva, as chaves do carro e os documentos. No tic, ligou para a melhor amiga. No tac, caiu na balada e voltou quando o relógio - programado na noite anterior - resolveu despertar. Ela o desligou, tomou banho, disse Bom Dia e foi dormir. Finalmente o tic-tac silenciou.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Com carinho, ao Piegas...
O maior amor do mundo é aquele sentido em uma fração de segundos. Bem piegas, instantâneo e nada superficial.
Os passos apurados na saída do ônibus. A visão que se prolonga ao procurar aquela pessoa querida que não vê há tempos. A primeira colherada em um mousse Nha Benta da Kopenhagen. O sorriso contido depois de uma piada sem graça. O olhar envergonhado depois de um tropeço. O banho de chuva em uma tarde de sábados sem expectativas. A brisa leve no rosto, no meio de uma tarde quente. O ataque de riso por uma besteira que só você acha graça. A música boba que insiste em ficar na cabeça.
Um fração de eternidade para o maior amor do mundo. O jeito Piegas de ser...
Os passos apurados na saída do ônibus. A visão que se prolonga ao procurar aquela pessoa querida que não vê há tempos. A primeira colherada em um mousse Nha Benta da Kopenhagen. O sorriso contido depois de uma piada sem graça. O olhar envergonhado depois de um tropeço. O banho de chuva em uma tarde de sábados sem expectativas. A brisa leve no rosto, no meio de uma tarde quente. O ataque de riso por uma besteira que só você acha graça. A música boba que insiste em ficar na cabeça.
Um fração de eternidade para o maior amor do mundo. O jeito Piegas de ser...
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