"Poutz, estou tão cansado que nem vou pra facul hoje"...
"É uma boa, não fique se forçando"...
"Ah, mas acho que preciso ir. Algo me incomoda. Beijos, bom final de semana e bom feriado. Qualquer coisa te ligo"...
...Offline...
Não deu tempo nem de dizer que ele foi muito importante nas minhas decisões. Que ele era a minha raiva e a minha consideração. Mas ele sabia, um grande amigo. Isso tinha certeza.
Pena, ele não ligou mais...
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E, naquele dia, choveu muito. Como há tempos não acontecia. O céu estava assim, nostálgico e choroso...
Um fato lembrado, pq, neste dia - menos de 24h para ser um ano - eu só queria dizer que...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Amor, abaixa a TV e ouve isso...

D - Vizi, oi! [Cara de feliz]
M - Oi! [Cara de espantada]
D - Me conta, do que você estava rindo sábado à noite?
M - [espanto], ahn...
D - Sabe o que é? Achei tão boa tua risada que até pedi pro [sic] meu marido abaixar o som da TV pra gente ouvir.
M - HAHAHAAHAHAHAHA
D - Essa mesma!
M - Ahn, obrigada, mas não me recordo - MESSSMO - do que estava rindo naquela noite. De qualquer forma, se lembrar, te conto depois. [Piscadinha sem noção/tic tic nervoso!]. HAHAHAHAHA.
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Lição do dia: Olhaaaaa, um peixe palhaço!!!! Conta uma piada?
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Bjo!
Tem dia que é de noite...
A pior coisa é acordar atrasada. A cereja do bolo é bater o dedo 'mindinho' do pé (sinceramente, sei lá como se nomeia aquele ser do canto do seu membro inferior direito que só serve pra dar calo e 'topar' com canto de mesa/cadeira/sofá).
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Tudo bem, tudo bem... Porque sempre tem um cafézinho esperto esperando pela minha pessoa. Nem ligo pra cereja de bolo mesmo! O recheio do dia me basta. E como!
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Enfim, fim.
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Tudo bem, tudo bem... Porque sempre tem um cafézinho esperto esperando pela minha pessoa. Nem ligo pra cereja de bolo mesmo! O recheio do dia me basta. E como!
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Enfim, fim.
domingo, 25 de outubro de 2009
Queria ouvir que...
Se gosto de sair? É óbvio. E muito. Pena que tem dias que dá uma preguiça do Totó! Hoje me perguntaram qual era a melhor balada de SC. Fugindo dos tradicionais 'top top' lembrei direto e certeiro do Café do Sol. As melhores risadas, as melhores músicas e a melhor vista das luzes na Lagoa da Conceição.
Na verdade, na verdade, a minha parte preferida. Talvez seria por isso que gostava de ir àquele lugar, praticamente, todos os fins de semana.
Qual foi a cara de espanto de quem me questionou. No entanto, o desfecho da conversa foi o mais engraçado de todos. Ao melhor estilo REVOLTEI, a segunda pessoa em 'questã' respondeu: "sempre esqueço do seu grau autista. Dá licença". Lição de hoje: se já sabe a resposta porque pergunta, oras. hahaha.
Beijonãomeliga.
Na verdade, na verdade, a minha parte preferida. Talvez seria por isso que gostava de ir àquele lugar, praticamente, todos os fins de semana.
Qual foi a cara de espanto de quem me questionou. No entanto, o desfecho da conversa foi o mais engraçado de todos. Ao melhor estilo REVOLTEI, a segunda pessoa em 'questã' respondeu: "sempre esqueço do seu grau autista. Dá licença". Lição de hoje: se já sabe a resposta porque pergunta, oras. hahaha.
Beijonãomeliga.
domingo, 18 de outubro de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
No guarda-roupa...
Em que lugar estariam os sapatinhos 36?
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Talvez, bem escondidinhos, dentro de uma mala qualquer no guarda-roupa. Quando der sol novamente, eles voltam a calçar aqueles pés com dedos longos...
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Talvez, bem escondidinhos, dentro de uma mala qualquer no guarda-roupa. Quando der sol novamente, eles voltam a calçar aqueles pés com dedos longos...
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domingo, 29 de março de 2009
Lei da natureza dos ônibus n.º 2: cuidado com as curvas

Estava exausta. Era chegada a sexta-feira: dia de acordar 5h30, sair correndo, pegar ônibus, ir ao trabalho, sair correndo, pegar ônibus e viajar mais de 300 quilômetros. Tudo bem, eram só mais 15 meses, pensava.
Como companheiros da viagem, um pequeno aparelho com capacidade para músicas e filmes, fones de ouvido, paciência, a poltrona número 23 (porque era do lado da janela e, dificilmente, algum homem iria pegar a número 24 - segundo a guichê da companhia de ônibus - que já se tornara "suuper amiga") e as meias em formato de sapatilhas tamanho 36. Mas nem sempre a teoria dava certo.
Em uma dessas "trilhas" ela, ao visualizar sua poltrona cativa, viu um senhor de seus 50 e poucos anos na... 24. Ok, nem toda teoria vale na prática 100%, sorriu internamente.A viagem começava.
Mesmo com os fones nos ouvidos, o senhor insistia em puxar assunto com ela. Sorria, dizia um breve, mas não menos simpático, "aham" e aumentava o volume dos fones.Mesmo assim, o tocômetro que era bom, nada.
De cutucões no braço, acompanhadas de perguntas iniciadas pela expressão "Oooo, você..." ele insistia.Com voz de locutor de rádio e pose de coruja em filme de terror, o "mocinho de 50 anos" era só galanteios. "O que fiz pra merecer isso?", pensava a menina.
Não mais que de repente, em uma das muitas curvas do trajeto, a resma de papel que estava no bagageiro aberto (situado acima dos bancos) caiu no colo do garotão meia idade. Sim, atingindo bem lá onde você deve ter pensado.Um gritinho nada "masculino e vigoroso" saiu de suas cordas vocais.
Apesar dos 2 segundos de susto, o riso tomou conta dos mais 39 passageiros, inclusive da mocinha que estava ao lado, sem paciência. "TIOOOOOOOOOOO, machucou????"....E ele não abriu mais a boca até o fim do trajeto, o qual levou mais uma hora e meia. Viagem, longa. Para ele, claro.
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Coruja deve ter cuidado ao voar pelas montanhas para não virar canarinho.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Lei da natureza dos ônibus n.º 1: Seja gentil...
Ônibus lotado. Aquele era o cenário de todos os dias. Apesar de começar a trabalhar somente por volta das 9h, sua rotina começava cedo: as 7h. Ai dela, se atrasasse um minuto a mais. Certeza de que chegaria muito mais tarde do que imaginava. Afinal, em questão de segundos a fila imensa para entrar no coletivo aumentava... metros... Acompanhado disso, o barulho do freio parecia atiçar a todos, o empurra-empurra contaminava a "geral".
Tudo bem, pensava. Um dia isso vai acabar, mantinha a esperança. Apesar de tudo, ela era gentil. Um poço de gentileza.
Pela primeira vez, em semanas, ela conseguira um assento. Sim, grande vitória, garota! Um assento, sem ser destinado à classe especial. Um assento cinza, um assento para todos, um assento disponível! Deliravaaaaaa de alegria.
Então, mais que de repente, apareceu uma garota. Não nova, nem velha. Em seu colo, uma manta cobria um corpo. A cara de cansaço dela tomava conta da cena. Ok, ok, o importante é ser gentil. Vou dar meu lugar para ela e o bebê, coitada, sorria feito uma madre.
Nisso, a mulher toda agradecida... Senta-se, feliz, com cara de espertona. Então, "o bebê" enrolado na manta era um cachorro. Um cachorro que teve a idéia de latir, latir para a pessoa gentil e arreganhar os dentes.
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Não importa o que aconteça, seja gentil...
****Dedicado ao amigo, Luiz Otavio... Otavio, sem acento e assento mesmo...****
Tudo bem, pensava. Um dia isso vai acabar, mantinha a esperança. Apesar de tudo, ela era gentil. Um poço de gentileza.
Pela primeira vez, em semanas, ela conseguira um assento. Sim, grande vitória, garota! Um assento, sem ser destinado à classe especial. Um assento cinza, um assento para todos, um assento disponível! Deliravaaaaaa de alegria.
Então, mais que de repente, apareceu uma garota. Não nova, nem velha. Em seu colo, uma manta cobria um corpo. A cara de cansaço dela tomava conta da cena. Ok, ok, o importante é ser gentil. Vou dar meu lugar para ela e o bebê, coitada, sorria feito uma madre.
Nisso, a mulher toda agradecida... Senta-se, feliz, com cara de espertona. Então, "o bebê" enrolado na manta era um cachorro. Um cachorro que teve a idéia de latir, latir para a pessoa gentil e arreganhar os dentes.
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Não importa o que aconteça, seja gentil...
****Dedicado ao amigo, Luiz Otavio... Otavio, sem acento e assento mesmo...****
segunda-feira, 16 de março de 2009
Sobre a demência...

Quinta-feira, 20h30, fim de expediente.
CASO 1
Fulana:
Onde você vai?
Ciclana:
Abastecer o carro
Fulana:
Em qual posto?
Ciclana:
O de sempre
Fulana:
Quem abastece o carro para você?
Ciclana:
O garçom da gasolina.
Fulana:
Silêncio mortal. Acompanhado de um prolongado riso.
CASO 2
Fulana:
Pega a coisa no negócio?
Ciclana, sem pensar, vai lá e pega.
100% demência. Sem dúvida.
***Como diria o slogan da Skol (a qual, depois de muito trabalho, nem se lembra mais qual é o gosto da referida bebida): “O importante é rir da vida!”. Adoro e tudo mais!***
CASO 1
Fulana:
Onde você vai?
Ciclana:
Abastecer o carro
Fulana:
Em qual posto?
Ciclana:
O de sempre
Fulana:
Quem abastece o carro para você?
Ciclana:
O garçom da gasolina.
Fulana:
Silêncio mortal. Acompanhado de um prolongado riso.
CASO 2
Fulana:
Pega a coisa no negócio?
Ciclana, sem pensar, vai lá e pega.
100% demência. Sem dúvida.
***Como diria o slogan da Skol (a qual, depois de muito trabalho, nem se lembra mais qual é o gosto da referida bebida): “O importante é rir da vida!”. Adoro e tudo mais!***
quarta-feira, 11 de março de 2009
Efeito placebo...

Era para ser somente uma viagem de fim de semana. A coisa ficou bem mais séria do que se imaginava. Afinal, a vontade de se ver sempre fez com que aquilo se tornasse quase um placebo com efeito. Talvez, o grande mal do todo não fosse o caso dele ter uma namorada, mas sim, do "dono da locomotiva" esperar que um dia a "co-maquinista" alertasse para quando a situação "saísse dos trilhos".
Apesar da maria fumaça ter feito alarde entre uma curva e outra, parece que os sinais não foram suficientemente bons para o dono da locomotiva perceber que a viagem se depararia com dois caminhos: ela ou a outra. No caso, a matriz e a filial.E, não mais que de repente, a co-pilota o colocou em xeque: ou vai ou... vai? Isso mesmo.Ele freou, pensou e está traçando planos. Ainda há tempo, não tem trem vindo atrás. Ao menos, por enquanto....
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Regra número 1: mulheres que se acham seguras, têm medo e uma esperança latente em dizer para si - se acalme, se acalme. Tudo está sob meu controle.
Regra número 2: homens acreditam em mulheres que se acham seguras.
Regra número 3: revistas femininas e comédias românticas são grandes aliadas... dos homens.
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